O Tempo
Oh tempo, como és bom!
Deixas ver a realidade tal como ela é.
Serenas as emoções,
Ainda que lhes roubes a intensidade.
Mas és bom, sim és bom!
Tornas claro o confuso
E ordenas o pensamento.
E há coisas que não mais se dizem.
E segues bom pela vida fora!
Há situações que não mais se repetem.
Há disparates que não mais se fazem.
(Ainda que haja outros que voltam a acontecer.)
Tic-tac! Passam as horas e os dias.
E há mudança e permanência.
Há evolução e estagnação.
Mas continuas bom , ó tempo!
É bom viver-te, ó tempo!
É bom sentir-te, ó tempo!
É bom contar tudo o que se passa
E esperar tudo o que há-de vir!
Oh tempo, como és bom!
Deixas ver a realidade tal como ela é.
Serenas as emoções,
Ainda que lhes roubes a intensidade.
Mas és bom, sim és bom!
Tornas claro o confuso
E ordenas o pensamento.
E há coisas que não mais se dizem.
E segues bom pela vida fora!
Há situações que não mais se repetem.
Há disparates que não mais se fazem.
(Ainda que haja outros que voltam a acontecer.)
Tic-tac! Passam as horas e os dias.
E há mudança e permanência.
Há evolução e estagnação.
Mas continuas bom , ó tempo!
É bom viver-te, ó tempo!
É bom sentir-te, ó tempo!
É bom contar tudo o que se passa
E esperar tudo o que há-de vir!
